| Paulo Castelani님의 프로필QUERO VOTO ELETRÔNICO SI...사진블로그리스트 | 도움말 |
QUERO VOTO ELETRÔNICO SIM. MAS TEM QUE SER IMPRESSO !!!Se vc não pode confiar na maneira como seu voto é contado,nada mais na política importa!(mgb) AS DUAS FOTOS SÃO IGUAIS ? ? ?
Qual é a diferença entre essas duas fotos? Aparentemente nenhuma, não é? Pois então clique com o botão direito do mouse em cima de cada uma e salve-as numa pasta. E agora compare o tamanho. A primeira está com 17 K e a segunda com 30 K. E por que isso? Porque na segunda eu inclui o Manifesto dos Professores!
Não, você não tem como ver o Manifesto. Para isso você precisa de um programa, que não é difícil conseguir. Pegue por exemplo o programa Adendo (gratuito) que está em http://paginas.terra.com.br/lazer/fredigiesbrecht/Paginas/Adendo.htm e baixe-o. Depois de instalá-lo você poderá abrir as duas imagens e verificar o que está dentro da segunda. A senha é alerta.
Mas qual é o motivo desta mensagem? Os mais antigos da lista lembra-se-ão do Aristóteles, um participante ativo da lista que, antes de falecer, lançou a teoria que nas fotos dos candidatos na urna eletrônica poderia haver um código secreto que poderia modificar os resultados das eleições. Naquela época parecia teoria da conspiração, mas era perfeitamente possível para quem conhecesse mais a fundo a codificação de imagens. Como isso poderia funcionar? Simplesmente enfiando uma única linha de código (eu disse uma única!) em algum dos milhares de programas que compõe a urna, cuja função seria simplesmente desviar o curso do programa para uma rotina dentro de uma foto do candidato. Toda a lógica da fraude estaria no código escondido dentro da foto. Depois de efetuada a fraude, essa rotina devolve o controle para o programa da urna, na linha seguinte à do desvio.
Esta hipótese levantada pelo Aristóteles era perfeitamente viável naquela época, como o é hoje. A diferença é que hoje isso já está disponível para qualquer um. Não existe mais segredo. Imagine que Angelina Jolie fosse candidata a prefeita de uma cidade aqui no Brasil, e que ela tivesse um esquema com um programador que tenha acesso às urnas. Num dos programas do TSE basta a inclusão de uma única linha de código, e na foto da candidata não o manifesto, mas uma simples rotina que, por exemplo, a cada voto dado a ela some 2 em vez de 1, e subtraia 1 de um outro candidato. Está feita a fraude, e elege-se um prefeito. Você dirá: se alterar o programa do TSE será fácil pegar. É verdade, à condição que algum fiscal saiba fazer uso do programa de verificação da assinatura digital, e que ele efetivamente o faça nas urnas dessa cidade. Sabemos por experiência que isso não acontece.
Mas sejamos mais cruéis: imagine que um programador do TSE incluiu esta linha em algum dos milhares de programas da urna. Uma linha dessas passa despercebida pelo chefe dele, pelos seus colegas, por qualquer perito em informática, por qualquer auditoria do tipo que o TSE permite. É uma linha que não faz nada, como centenas de outras que passam despercebidas. Os programas estão abertos aos fiscais, que nunca encontrarão nada de suspeito. E então essa linha de código está em TODAS as urnas no Brasil inteiro, em todas as eleições. E para efetuar a fraude, basta enfiar um código - aí sim pode-se colocar quantas linhas de código forem necessárias - numa foto de candidato, que pode ser no nível municipal, estadual ou federal. Se não houver código escondido na foto não acontece nada, se tiver, a fraude é feita!
Você pode garantir que isso já não tenha ocorrido em sua cidade? Em qualquer das eleições desde 1996? NINGUÉM pode garantir.
-- Grande abraço,
Roger Chadel
//// O TSE deve voltar a ser um tribunal |---//---| | / | Se a urna não imprimir, seu voto pode sumir! |--------| www.votoseguro.org TESTE DE PENETRAÇÃO NO PARAGUAY - Parte 3http://www.youtube.com/watch?v=GR1mCXX0x30 TESTE DE PENETRACÃO NO PARAGUAY - Parte 2http://www.youtube.com/watch?v=dmVxrP3Pjiw TESTE DE PENETRACÃO NO PARAGUAY - Parte 1http://www.youtube.com/watch?v=dO5o6fObHYQ
FRAUDE DE GUARULHOS - BAND DIVULGOU -http://www.youtube.com/watch?v=AY6nefQTf5A 4월 2일 DEBATE SOBRE URNA ELETRONICA - NA CAMARA FEDERALOUÇA O AUDIO DA AUDIÊNCIA/ DEBATE
PARA COLABORAR = APÓS OUVIR, MANDE SUA OPINIÃO PARA amilcar@brunazo.eng.br 3월 30일 URNA ROUBA VOTOS EM ALAGOASProfessor do ITA: "22 mil votos de AL sumiram"
(29/03/2007 17:32)
O professor da Divisão de Ciência da Computação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Clóvis Torres Fernandes, disse nesta quinta-feira, aos deputados federais, que analisou todas as urnas de Alagoas nas últimas eleições e concluiu que em 44,19% das 5.166 utilizadas na última eleição houve alguma perda de integridade. Em 1.619 foram detectados problemas na totalização de votos para governador, o que significou a perda de 22.562 votos. O número não é suficiente para alterar o resultado das disputas para Governo ou Senado. http://www.primeiraedicao.com.br/?pag=politica&cod=1197
1월 13일 SAIBA MAIS SOBRE A URNA ELETRONICA.Assista via internet, ( clic abaixo ) Entrevista com AMILCAR B FILHO
"Quem vota e como vota não conta nada; quem conta os votos é que realmente importa" Josef Stalin Primeiro Ministro da União Soviética, 12월 23일 DÚVIDAS NA ELEIÇÃO DE ALAGOAS !!!Vejam em: http://www.alagoas2 4horas.com. br/conteudo/ ?vCod=21685 notícia sobre o pedido de perícia e de anulação das eleição de governador em Alagoas. TECNICOS BRASILEIROS NA FRAUDE ELETRONICA NO EQUADOR.Empresa que frauda eleição no Equador é a mesma que vai gerenciar o segundo turno no Brasil http://www.pdt.org.br/partido/proconsult_equador.asp
Em 1996 o Camarão foi exonerado, pelo Min. Mello (o único que não teve medo de enfrentá-lo), por causa das c**adas no cadastro eleitoral. Com a saida do Min. Mello, o Camarão retornou e reinou até fev. de 2006 na Secretaria de Informática do TSE, quando saiu para não ser exenerado de novo pelo mesmo Min. Mello que retornava à presidencia do TSE.
10월 10일 A URNA ELETRÕNICA É SEGURA ?Urna eletrônica é segura?
A falta de transparência na questão do voto eletrônico é também o tema de outro livro lançado este ano ano no Brasil. Fraudes & Defesas no Voto Eletrônico foi escrito pelo engenheiro informático Amilcar Brunazo Filho e pela advogada Maria Aparecida Cortiz.
10월 9일 ATÉ QUANDO O TSE VAI NEGAR ?Domingo, Outubro 08, 2006O crime (eleitoral) perfeitoEdição de Artigos de Domingo do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com 9월 22일 OUÇA AQUI O QUE NÃO QUEREM QUE VOCE SAIBA.Assista via internet, ( clic abaixo ) Entrevista com AMILCAR B FILHO
"Quem vota e como vota não conta nada; quem conta os votos é que realmente importa" Josef Stalin Primeiro Ministro da União Soviética, 9월 3일 www.votoseguro.orgÚltimas Notícias sobre Voto-E
8월 29일 VIDEO DE GUARULHOS ( SEM CORTES ) |
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| JUS SPERNIANDI - Ilton C. Dellandréa |

Um computador, por mais protegido que esteja, é potencialmente vulnerável a vírus e invasões cujos métodos se aperfeiçoam na mesma proporção dos aplicativos protetores. Desconfio que algumas empresas proprietárias de antivírus mantêm um setor específico para criar os que elas próprias, depois, vão eficientemente combater. É a melhor explicação que encontro para a propagação dessa praga cibernética.
A urna eletrônica usada nas eleições do Brasil é um aparato informatizado semelhante a um micro. É programável, ou seja, movida por um software criado por seres humanos e alterável de acordo com as exigências de cada pleito. Por ser programável pode sofrer a ação de maliciosos que queiram alterar resultados em seus interesses. Pode também desvendar nosso voto (o número do título é digitado na urna) e sofrer ação de comandos intencionais colocados para modificar o direcionamento do voto com mais facilidade do que um micro recebe vírus via Internet.
Há várias formas de se fazer isto. Por exemplo: é possível introduzir um comando que a cada cinco votos desvie um para determinado candidato mesmo que o eleitor tenha teclado o número de outro.
Talvez eventuais alterações maliciosas sejam possíveis de serem detectadas a posteriori. Mas descobrir a fraude depois de ocorrida não adianta. O importante é prevenir.
A preocupação com a vulnerabilidade da urna eletrônica é antiga. Pode ser acompanhada no site Voto Seguro, mantido por técnicos especializados, engenheiros, professores e advogados que defendem que a urna eletrônica virtual – que não registra em apartado o voto do eleitor e que será usada nas próximas eleições – admite uma vasta gama de possibilidades de invasões, sendo definitivamente insegura e vulnerável.
Recentemente o engenheiro Amílcar Brunazo Filho (especialista de dados em computador) e a advogada Maria Aparecida Cortiz (procuradora de partidos políticos) lançaram o livro Fraudes e Defesas no Voto Eletrônico (capa acima), pela All Print Editora, no mínimo inquietante. Mesmo para os não familiarizados com o informatiquês ele é claro e transmite a idéia de que as urnas eleitorais brasileiras podem ser fraudadas.
São detalhados os vários modos de contaminação da urna e se pode depreender que, se na eleição tradicional, com cédulas de papel, as fraudes existiam, eram também mais fáceis de ser apuradas porque o voto era registrado. Agora não. O voto é invisível e, como diz o lema do Voto Seguro: “Eu sei em quem votei, eles também, mas só eles sabem quem recebeu meu voto”, de autoria do engenheiro e professor Walter Del Picchia, titular da Escola Politécnica da USP.
O livro detalha a adaptação criativa de fraudes anteriores, como o voto de cabresto e a compra de votos, e outros meios mais sofisticados, como clonagem e adulteração dos programas, o engravidamento da urna e outros. Além das fraudes na eleição, são possíveis fraudes na apuração e na totalização do votos.
O livro demonstra que a zerésima – um neologismo para a listagem emitida pela urna antes da votação e na qual constam os nomes dos candidatos com o número zero ao lado, indicando que nenhum deles recebeu ainda votos, na qual repousa a garantia de invulnerabilidade defendida pelo TSE –, ela própria pode ser uma burla porque é possível se imprimir qualquer coisa, como o número zero ao lado do nome do candidato, e ainda assim haver votos guardados na memória do computador (página 27).
Escrito por Ilton: às 13:55O livro não lança acusações levianas. Explica como as fraudes podem ocorrer e ao mesmo tempo apresenta soluções, ao menos parciais, como o uso da Urna Eletrônica Real – que imprime e recolhe os votos dos eleitores em compartimento próprio, como era no início – ao contrário da urna eminentemente virtual, que não deixa possibilidade de posterior conferência.
O mais instigante é que os autores e outros técnicos e professores protocolizaram no TSE pedidos para efetuar um teste de penetração visando demonstrar sua tese e isto lhes foi negado, apesar da fundamentação usada (no site acima indicado pode se ter acesso ao teor do pedido).
O livro cita o Relatório Hursti, da ONG Black Box Voting, dos EUA, em que testes de penetração nas urnas-e TXs da Diebold demonstraram que é perfeitamente possível se adulterar os programas daqueles modelos de forma a desviar votos numa eleição normal (página 25).
Pelo menos 375 mil das 426 mil urnas que serão utilizadas nas eleições de 2006 são fabricadas pela Diebold. Elas foram, por esses motivos, recusadas tantos nos EUA quanto no Canadá.
É óbvio que a fraude não necessariamente ocorrerá. É óbvio que a grande maioria dos membros do TSE e dos TREs, desde o mais até o menos graduado, é honesta e, por isto, podemos dormir em paz pelo menos metade da noite.
Sei disso porque fui Juiz Eleitoral em Iraí, Espumoso, Novo Hamburgo (onde presidi o famigerado recadastramento eleitoral, saudado como um golpe às falcatruas que se revelou frustrante ao abolir a foto de eleitor no título e abriu o caminho para outras fraudes) e em Porto Alegre. Era Juiz quando pela primeira vez foi utilizada, no Brasil, a urna eletrônica, isto em 1996, e não percebi nada de anormal.
Aqueles eram outros tempos e a novidade da máquina deslumbrava a todos e era tida e havida como segura, principalmente pela atuação do pessoal encarregado de sua manipulação.
Mas depois que se descobriu que o Poder Judiciário não é imune à corrupção – veja-se o caso de Rondônia – nada é impossível, principalmente em matéria eleitoral. Por isto é incompreensível a negativa do TSE em admitir o teste requerido e, o que é pior, insistir em utilizar a Urna-E Virtual com apoio na Lei n. 10.740⁄03, aprovada de afogadilho e sem o merecido debate, ao invés da mais segura Urna Eletrônica Real.
Se não é certo, em Direito, dizer que quem cala consente é, todavia, correto dizer que quem obsta o exercício de um direito é porque tem algo a esconder. Ou, por outra, que há alguma coisa que aconselha a ocultação. Ou porque – e agora estou me referindo ao caso concreto – se intui que pode haver algo de podre no seio da urna eletrônica que poderia provocar severas desconfianças às vésperas do pleito.
Escrito por Ilton: às 13:54 http://dellandrea.zip.net
FRAUDES e DEFESAS no Voto Eletrônico Amilcar Brunazo Filho e Maria Aparecida Cortiz
Prefácios de Paulo Henrique Amorim e Sérgio Sérvulo da Cunha
Ed. All-Print, São Paulo, 2006
O livro "FRAUDES e DEFESAS no voto eletrônico" é para eleitor que queria compreender melhor as garantias do sistema eleitoral no qual é obrigado a declarar (digitar) o seu voto, e também é indispensável aos Partidos Políticos que queiram desenvolver esquemas de proteção contra fraudes eleitorais.
COMPRE DIRETO DA EDITORA:
http://www.votoseguro.org/livros
***** DIVULGUEM EM SUAS CIDADES, AJUDE A INIBIR AS FRAUDES ELETRONICAS NA URNA ELEITORAL.
Castelani Paulo Castelani직업 지역 관심 분야 SÓ DE SABER QUE MEU VOTO PODE SER DESVIADO PARA OUTRO CANDIDATO DENTRO DA URNA ELETRÔNICA, JÁ ME DEIXA IRRITADO.
IMAGINEM QUANDO TENHO CERTEZA QUE ISSO ESTÁ ACONTECENDO EM VÁRIOS LUGARES DO PAÍS. |
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